
Sentada na praia, espero-te, aguardo o momento em que vou rever-te e notar como nada mudou em ti.
Aguardo, pacientemente, eu sei que tu vens... Curiosamente, não costumo ser eu a esperar, é inevitável contigo...
Sorrio, deixo o tempo passar, porque vais chegar.
Vejo o mar, e secretamente eu percebo que por vezes nem sempre chega quem queremos, acaso ou destino, não chegaste.
E eu parti.